ASO

Software para ASO: o atestado com os riscos certos e o S-2220 junto

O erro mais comum em um ASO não está na conclusão médica, e sim no campo de riscos: copiado de outro trabalhador, desatualizado ou genérico. O B-TECH preenche esse campo a partir do inventário de riscos da função.

O que a NR-7 pede no ASO

Cada exame ocupacional do PCMSO gera um Atestado de Saúde Ocupacional. Ele precisa identificar a empresa e o trabalhador, informar a função e os riscos ocupacionais a que ele está exposto — ou a ausência deles —, os procedimentos realizados e suas datas, a conclusão de apto ou inapto e os dados dos médicos envolvidos.

Como o B-TECH monta o ASO

  • Empresa e trabalhador vêm do cadastro: razão social, CNPJ, nome, CPF, data de nascimento, função e setor.
  • Riscos ocupacionais vêm do levantamento de campo, pelos riscos cadastrados para a função do trabalhador.
  • Tipo de exame: admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função ou risco, monitoração pontual ou demissional.
  • Exames realizados, com data e resultado de cada um.
  • Conclusão de apto ou inapto para a função e os riscos descritos.
  • Médico examinador e médico responsável pelo PCMSO, com CRM e UF.

O documento sai em PDF com o logo, as cores e o rodapé da consultoria ou da clínica, pronto para assinatura.

Do ASO ao eSocial

O resultado de cada exame precisa ser informado no evento S-2220. No B-TECH, o XML do evento é gerado a partir dos mesmos dados do ASO, e os campos obrigatórios são validados antes da geração, para o erro aparecer na tela e não no retorno do governo. Entenda os eventos em S-2210, S-2220 e S-2240.

Do ASO ao PPP

Os exames informados no S-2220 alimentam a seção de monitoração biológica do PPP do trabalhador. Um dado preenchido uma vez segue para os três documentos.

Riscos que mudam com o inventário

Quando o inventário de riscos é revisado — um agente novo, um setor reorganizado —, os próximos ASOs já saem com a lista atualizada. É a ligação entre PGR e PCMSO que a NR-7 exige, funcionando no dia a dia.

O que continua sendo do médico

O sistema prepara o documento, mas não faz o exame nem conclui por ninguém. A definição de quais exames complementares cada função precisa está no PCMSO, sob responsabilidade do médico, e a conclusão de apto ou inapto é do médico examinador. O que o B-TECH evita é o retrabalho em volta disso: digitar de novo os dados da empresa, copiar a lista de riscos de outro ASO ou montar o XML do S-2220 à mão.

Para consultorias e clínicas

Quem atende várias empresas encontra todos os trabalhadores organizados por cliente, com a ficha de EPI e o histórico de eventos de cada um. Veja como funciona a gestão multiempresas.

Dúvidas

Perguntas frequentes.

Quais tipos de ASO o sistema emite?

Admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função ou de risco, monitoração pontual e demissional — os mesmos tipos usados no evento S-2220 do eSocial.

Os riscos da função entram no ASO automaticamente?

Sim. Ao escolher o trabalhador, o sistema busca os riscos cadastrados para a função dele no levantamento de campo. Quando não há risco identificado, o ASO registra a ausência de risco ocupacional.

O ASO identifica o médico coordenador do PCMSO?

Sim. Além do médico examinador, com CRM e UF, o ASO pode trazer o médico responsável pelo PCMSO.

O ASO vira evento do eSocial?

Sim. O B-TECH gera o XML do S-2220 a partir dos dados do exame, com validação dos campos obrigatórios antes da geração.

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