Software para PGR: do checklist de campo ao plano de ação
O PGR é o documento que mais consome hora técnica numa consultoria de SST — e quase toda essa hora é redigitação. O B-TECH monta o inventário de riscos e o plano de ação a partir do que o técnico já preencheu na visita.
O que a NR-01 exige
A NR-01 estabelece o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), e o PGR é o documento que materializa esse gerenciamento. Ele não é uma peça única: a norma o define como a soma de dois documentos que precisam conversar entre si.
- Inventário de Riscos — identificação dos perigos, caracterização da exposição, avaliação do nível de risco e as medidas de controle já existentes.
- Plano de Ação — o que será feito para eliminar, reduzir ou controlar cada risco, com prazo e responsável.
A revisão é exigida a cada dois anos — ou três, para organizações com sistema de gestão de SST certificado — e também sempre que houver alteração nos riscos, acidente grave ou fatal, ou evidência de que uma medida de controle não funcionou.
Onde a consultoria perde tempo
Na prática, o problema raramente é técnico. O técnico vai a campo, preenche um formulário em papel ou numa planilha, e depois alguém redigita tudo dentro de um modelo de Word. O inventário é montado à mão, a tabela de GES é copiada e colada, os prazos do plano de ação são calculados de cabeça e a numeração da revisão depende de alguém lembrar.
Cada etapa dessas é uma chance de erro que só aparece na auditoria — ou pior, na fiscalização do cliente.
Como o B-TECH monta o PGR
- Coleta em campo — o técnico preenche o checklist no celular, por setor e por função.
- Inventário por GES — os riscos são agrupados por Grupo de Exposição Similar e organizados por tipo de agente (físico, químico, biológico, ergonômico e de acidentes).
- Priorização por GUT — a ordem de tratamento sai da metodologia Gravidade × Urgência × Tendência, derivada da severidade, da probabilidade e do nível de risco de cada item do inventário.
- Plano de ação com prazo — cada risco entra no plano com medida, responsável, prazo e campo de resultado para o acompanhamento.
- PDF com a sua marca — capa, paginação, seções e o responsável técnico identificado. O documento é da sua consultoria, não do software.
O mesmo dado serve para o resto
Esse é o ponto que costuma passar despercebido: o inventário de riscos não é um documento isolado. Os riscos levantados nele são os mesmos que definem os exames do PCMSO, que alimentam o LTCAT e que viram os agentes nocivos do evento S-2240 do eSocial. No B-TECH você cadastra uma vez e os quatro saem do mesmo lugar.
Perguntas frequentes.
O que o PGR precisa conter?
Pela NR-01, o PGR é composto por dois documentos: o Inventário de Riscos, que registra os perigos e riscos identificados e a caracterização da exposição, e o Plano de Ação, que traz as medidas de prevenção com prazo e responsável definidos.
De quanto em quanto tempo o PGR precisa ser revisado?
A NR-01 prevê revisão a cada dois anos, ou a cada três anos para organizações com sistema de gestão de SST certificado. Além disso, a revisão é exigida quando há alteração nos riscos, acidente grave ou fatal, ou quando o monitoramento mostra que as medidas de controle não foram eficazes.
O B-TECH gera o PGR completo em PDF?
Sim. O documento sai paginado, com capa, inventário por GES, priorização e plano de ação, já com a identidade visual e os dados da sua consultoria e a identificação do responsável técnico.
Preciso redigitar o que foi coletado na visita?
Não. Os dados preenchidos no checklist de campo alimentam o inventário de riscos, e o mesmo cadastro serve depois para o PCMSO, o LTCAT e os eventos de SST do eSocial.
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